Quando o Pedro Correia me convidou para o jantar do Corta-fitas no dia 1 de Outubro, pensei que era engano e apressei-me a corrigir: "Jantar do Blog VERDE em dia de jogo do Sporting? Deve haver engano…"
Prontamente o Pedro me respondeu que mais importante do que o jogo era o convívio com os amigos. Conheço-o desde os tempos de Macau e sei que é assim. Apesar do seu sportinguismo, primeiro está a amizade, que ele cultiva como poucos.
Ontem lá estava, pontualmente como é meu timbre, pronto para conhecer a restante equipa do Corta-fitas. Equipa de luxo, como já calculava, que recebe tão bem como escreve.
Felizmente, não era o único estreante em jantares corta-fiteiros. Também o Paulo Cunha Porto, a mais recente aquisição do blog, fazia a sua estreia. Logo descobrimos recantos partilhados no Estoril em tempos recuados, o que me ajudou a vencer a timidez que sempre me ataca nestas circunstâncias. Acompanhada pela preciosa Tsingtao e perante a observação atenta do Luís Naves, a conversa fluiu, suave, por temas variados. Para entrada, uma conversa com o Duarte Calvão que se iniciou na gastronomia, passou pela descoberta do gosto comum em viajar pela Europa sem destino nem hotéis marcados e desaguou nas recordações do Brasil onde viveu e eu tive as minhas origens.
Estávamos a testar a consistência do Dim Sum quando chegou a Isabel Teixeira da Mota, com novo visual muito apreciado. Sentou-se à minha direita e poucos minutos depois a conversa entrava na Argentina onde, fiquei a saber, ela também viveu.
À minha esquerda, o João Villalobos, com uma gravata muito comentada (podem vê-la aqui) que teria certamente ofuscado o meu papillon, não se tivesse dado o caso de, prudentemente, o ter deixado em casa.
Tive oportunidade de invejar a calma olímpica do João Távora- também ele meu vizinho no Estoril- nada agitado com a sua participação no programa do RCP que o obrigou a sair mais cedo, quando Francisco Almeida Leite, sorriso de orelha a orelha, confortado com a vitória sofrida do seu Sporting, se juntava a nós. Entre conversas blogueiras e políticas, tive ainda oportunidade de trocar algumas palavras com a Filipa Martins, que me deu a conhecer o seu livro ( sobre isso escreverei mais tarde*) de garantido sucesso.
Saboreada a ementa criteriosamente escolhida pelo Pedro Correia, misturando sabores agridoces e picantes, foi altura de entabular conversa com Teresa Ribeiro a quem desejava conhecer, desde que trocámos escritos e imagens de felinos, a propósito de uma história que não teve final feliz para o tareco.
Só falta falar da Inês de Almeida, com quem não pude conversar como gostaria, pois encontrava-se no lado oposto da mesa, apaparicando o seu rebento. Mas a sua simpatia contagiante inundava a sala, anfitriã de bons momentos de convívio.
Feita a crónica -mais apressadamente do que era meu desejo- resta dizer-vos que a equipa do Corta-fitas é o verdadeiro Dream Team da blogoesfera. Não se limita a produzir um blog de excelência. É uma equipa onde existe alegria, camaradagem blogueira, arte de bem receber e uma simpatia inexcedível. Foi um prazer conhecê-los.
*O livro da Filipa Martins vai ser apresentado no próximo dia 15 na Biblioteca Nacional.
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
Jantar a Oriente
Não, não estou no Oriente, estou até bem perto de Lisboa, mas aproveito a pausa de almoço para vos abrir o apetite.
Ontem fui o convidado de honra do jantar do Corta- fitas. Convite feito pelo meu amigo Pedro Correia, quando me encontrava no Douro, que prontamente aceitei. O local escolhido foi um restaurante chinês, com ementa a preceito e companhia agradabilíssima.
Logo à noite contarei os pormenores. Mas se estiverem muito curiosos e não conseguirem esperar pelo meu regresso a Lisboa, vão espreitar aqui
Depois, à noite, voltem, para ler o que também eu vos tenho a dizer sobre esta noite memorável.
Ontem fui o convidado de honra do jantar do Corta- fitas. Convite feito pelo meu amigo Pedro Correia, quando me encontrava no Douro, que prontamente aceitei. O local escolhido foi um restaurante chinês, com ementa a preceito e companhia agradabilíssima.
Logo à noite contarei os pormenores. Mas se estiverem muito curiosos e não conseguirem esperar pelo meu regresso a Lisboa, vão espreitar aqui
Depois, à noite, voltem, para ler o que também eu vos tenho a dizer sobre esta noite memorável.
Dicionário do Rochedo (33)
Pimba- Género musical que todos criticam, mas de que toda a gente conhece ( e trauteia) pelo menos algumas estrofes de várias canções.
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