
Recomendo vivamente a leitura da entrevista de Rosa Mota à “Visão”.
Não só responde a algum do argumentário contra os Jogos de Pequim, como desmonta a ideia de que esta foi a nossa melhor representação de sempre.
Fica também claro que conhece como poucos os meandros do Olimpismo e sabe a forma de combater os podres de que enferma a nível interno.
Não tenho dúvidas que seria uma excelente candidata ao COP, não fora o caso de ser conotada com o PS.
Se por mero acaso conseguisse lá chegar, logo a esquerda auto-fágica que se alimenta da intriga nos “colonatos” ( não, não é gralha) da nossa comunicação social, faria coro com a direita troglodita que sobrevive imersa no compadrio e na sabujice da dança de cadeiras, proclamando aos seus fiéis que Rosa Mota fora uma escolha partidária e que ali andava dedinho de Laurentino Dias.
Pobre país de merdosos, que não consegue reconhecer o talento, que não seja concebido em tertúlias com caviar ou nas orações da irmandade da Opus Dei!
Não só responde a algum do argumentário contra os Jogos de Pequim, como desmonta a ideia de que esta foi a nossa melhor representação de sempre.
Fica também claro que conhece como poucos os meandros do Olimpismo e sabe a forma de combater os podres de que enferma a nível interno.
Não tenho dúvidas que seria uma excelente candidata ao COP, não fora o caso de ser conotada com o PS.
Se por mero acaso conseguisse lá chegar, logo a esquerda auto-fágica que se alimenta da intriga nos “colonatos” ( não, não é gralha) da nossa comunicação social, faria coro com a direita troglodita que sobrevive imersa no compadrio e na sabujice da dança de cadeiras, proclamando aos seus fiéis que Rosa Mota fora uma escolha partidária e que ali andava dedinho de Laurentino Dias.
Pobre país de merdosos, que não consegue reconhecer o talento, que não seja concebido em tertúlias com caviar ou nas orações da irmandade da Opus Dei!